Lilypie Fourth Birthday tickers

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Sustos

Na maternidade colocaram logo a minha pucunina junto de mim a passar a primeira noite, nessa noite e nos dias que se seguiram na maternidade senti-me impotente, tinha muitas dores e as condições do hospital não ajudavam em nada.
Queria dar toda a minha atenção à minha pucunina e não conseguia, demorava quase 10m para descer daquela cama horrível, outros 10m para subir para a cama, sentar-me nem pensar, tinha que subir atirando-me para a cama de barriga para baixo (porcaria de camas tão altas aquelas).

Ajuda, nem valia a pena pedir às auxiliares, que elas respondiam-te para fazer eu.

Estava ansiosa para ir para a minha rica casa, ai se estava.

Entretanto tive alta, quando a minha pucunina foi observada para ela ter alta também, assustaram-me a dizer que ela tinha que ser observada por um cardiologista, porque achavam que tinha um sopro do coração, mas que o cardiologista só iria aparecer passado dois dias mais ou menos, que tinha que ficar lá.

Pânico, correram-me lágrimas pelos olhos, só queria que a minha pucunina fosse saudável e só queria ir-me embora dali.

Passou um dia, passou o segundo, eu já a pensar que só ia ao cardiologista no dia a seguir, mas às 20:50 apareceu e ela foi observada, ela e mais uns 4 bebés e nada, nenhum dos pucuninos tinha nada, respirei de alivio, a pediatra que estava lá perguntou a todas nós se queríamos ter alta naquela altura mesmo.

E nós claro, fartas de estar ali, e de ver as outras mães das camas ao lado a irem embora, e nós ficarmos, dissemos todas que sim.

Mas mesmo assim, ainda me assustou mais uma vez, a dizer que tinha que observar mais uma vez a minha pucunina porque achava que ela estava muito amarela, que poderia ser intericia, mais um susto, pensei «Não vou hoje para casa, estou a ver».

Chegou à outra sala para a observarem e nada, não tinha nada, a desculpa para me assustarem era que a culpa era da luz da sala anterior, que a fazia amarela.

Sinceramente vontade de espancá-los pelos sustos pregados.

Às 01:00 tive alta mais a pucunina, nunca aquele hospital deu alta tão tarde.

Respirei de alivio, finalmente em casa....

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Amamentação

Como Amamentar

Posicionamento
Procure criar condições que sejam simultaneamente relaxantes para si e para o seu bebé. Coloque ambos na posição mais confortável possível.
Se estiver a amamentar na posição de deitada, sente-se o mais direita possível. Se conseguir sentar-se numa cadeira, escolha uma que tenha braços. Existem várias formas de posicionar o seu bébé para o amamentar:
Posição atravessada: esta posição é útil nos primeiros dias do aleitamento. Coloque 1 ou 2 almofadas no colo e posicione o seu bébé num dos lados por forma a que o tórax e o abdómen do bébé fiquem encostados ao seu corpo. Utilize o seu braço direito para manter o bebé na mama esquerda, apoiando com a mão a nuca e a cabeça do seu bébé.
Posição da bola de futebol: esta posição é útil para as mães que foram submetidas a uma cesariana, que tiveram gémeos ou que estão a amamentar bebés pequenos. Sente-se numa cadeira de braços confortável colocando uma almofada ao seu lado para ajudá-la a apoiar o braço e a erguer o bébé. Mantenha o bébé numa posição semi-sentada, voltado para si virando o rabinho do bébé na direcção das costas da cadeira. O braço que estiver mais próximo do seu bebé deverá apoiar as costas do bebé enquanto que a mão deverá apoiar o pescoço e a cabeça.
Posição de berço: esta posição é a ideal quando o seu bebé conseguir coordenar os movimentos da cabeça e do pescoço e tiver, pelo menos, algumas semanas de idade. Nesta posição, a cabeça do bebé fica apoiada no antebraço direito quando o amamentar da mama direita.
Posição deitada de lado: esta posição é mais conveniente caso se sinta desconfortável na posição de sentada, se o bébé estiver a dormir durante a mamada ou quando o amamenta durante a noite. Neste caso, tanto a mãe como o filho estão deitados de lado, barriga contra barriga.


Pega
Independentemente da posição que utilizar, o mais importante é conseguir que o bebé pegue na sua mama correctamente. Para esse efeito, deverá posicionar a cabeça do bebé imediatamente abaixo da mama, mantendo o nariz do bebé em frente do mamilo. Deste modo ajudará o bebé a pegar na aréola mantendo a mandíbula inferior mesmo por debaixo da base do mamilo.
Em seguida, utilize a mão livre para apoiar a sua mama e comprimir a aréola de modo a ajustar-se à boca aberta do seu bebé. Toque seguidamente com o mamilo no seu bebé mesmo por debaixo do nariz. Logo que o bebé abrir bem a boca e a mandíbula inferior descer completamente, direccionar rapidamente e em simultâneo os ombros e a cabeça do bebé para a mama.
Saberá que o bebé está a pegar correctamente na mama se os lábios do bebé estiverem bem abertos, se a boca do bebé cobrir grande parte da secção inferior da aréola (e não a secção superior) e se se sentir confortável.


Duração da mamada
A duração da mamada varia de bebé para bebé. Alguns bebés cuja sucção é vigorosa poderão terminar em 10 minutos. Outros mais lentos poderão demorar 45 minutos numa mamada. A duração média da mamada é de aproximadamente 20 a 30 minutos. Mas tenha presente que o período de duração poderá também variar de mamada para mamada.


Final da mamada
A melhor forma de concluir uma mamada consiste em esperar que o bebé largue espontaneamente o mamilo. A maioria fá-lo-á decorridos 20 a 25 minutos em cada lado.
Se precisar de interromper a sucção, poderá inserir um dedo no canto da boca do seu bebé ou baixar cuidadosamente o seu queixo com o polegar e indicador.
Leve o bebé a eructar (arrotar) cuidadosamente e ofereça-lhe a outra mama. Se o bebé recusar a segunda mama, deverá ser esta a primeira a oferecer-lhe na mamada seguinte.


Levar o bebé a arrotar
A forma mais frequente de fazer o seu bebé arrotar consiste em levantá-lo encostado ao seu ombro batendo-lhe ligeiramente nas costas. Outro método consiste em colocar o bebé sobre os seus joelhos, de barriga para baixo, e esfregar ou bater ligeiramente nas suas costas. Poderá também sentar o bebé no seu colo, apoiando com uma mão o seu peito e cabeça enquanto bate ligeiramente nas costas do bebé com a outra mão.


Frequência das mamadas
Os bebés alimentam-se melhor se mamarem quando aparentam ter fome. Para ajudar a obter uma boa produção de leite, os lactentes devem ser amamentados sempre que o desejarem, de dia ou de noite, e não devem receber qualquer outro alimento ou bebida.
Durante as primeiras semanas, é provável que o seu bebé mame pelo menos 8 vezes em cada 24 horas. À medida que o seu bebé for crescendo, a frequência das mamadas irá provavelmente diminuir.
Para comprovar se o seu bebé recebe leite suficiente, verifique a frequência com que suja as fraldas. Se a ingestão for suficiente, o bebé encharcará 6 a 8 fraldas por dia e terá várias pequenas dejecções. Se tiver dúvidas sobre a quantidade de leite ingerido pelo seu filho, consulte o seu profissional de saúde.


Uma ou duas mamas?
Durante as primeiras semanas, se amamentar o bebé nas duas mamas em cada mamada ajudará a estimulá-las e a estabelecer a sua produção de leite. Se o lactente não pegar na segunda mama, deverá iniciar a mamada seguinte pela referida mama.
A partir de um mês de idade, os especialistas sugerem que amamente apenas com uma mama, continuando até o bebé deixar de mamar. A mamada seguinte deverá ser iniciada na outra mama. Desta forma ajudará o seu bebé a obter o "leite do fim" hipercalórico que é libertado na fase final da amamentação.
Dicas e Truques: Wyeth Nutrição

sábado, 28 de junho de 2008

Mãezinhas

Olá a todos os bloguistas e mãezinhas que lêem o meu BLOG.
Vou fechar o meu BLOG a partir da semana que vem, bloguistas que quiserem continuar a ler as novidades que vou escrevendo mandam-me os vossos mails, para eu vos adicionar aos meus amigos, para conseguirem ler.
Mandem notícias, aguardo os vossos mails, jokinhas a todos

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Relato do PARTO

Olá queridos bloguistas, desde já agradeço o vosso carinho demonstrado pelo nascimento da minha pucunina, muito obrigado.
Ora vamos lá nós ao relato de "como foi o dia".
Como devem ter lido, eu tinha uma ecografia marcada para dia 13, mas nunca cheguei a ir a Luana resolveu vir mais cedo.
Comecei com contracções às 4 da manhã do dia 12 de Junho, quando começaram a ser intervaladas de 5 em 5 minutos lá fui eu a caminho para o Hospital, no caso, Hospital Amadora-Sintra.
Cheguei fizeram-me o CTG e o famoso toque que eu tanto tinha receio, a médica até agiu com cautela, mas mesmo assim é horrível, mas teve que ser. Mando-me novamente para casa, dizendo que ainda tinha só 2 dedos de dilatação, que estava melhor em casa, para voltar mais tarde.
Lá fui eu para casa, já cheia de dores, as contracções não paravam, andei pela casa de um lado para o outro, deitei-me, respirei, coloquei-me de cócoras, só faltava fazer o pino.
Às 16H voltei ao Hospital, fiz o CTG e fiquei já no Hospital.
Mal lá cheguei pedi logo a famosa "Epidural", e nada, recusaram-se, com a desculpa, que as coisas iam ser rápidas.
Colocaram-me numa sala de totalmente sozinha a lamentar-me para as paredes com dores, não deixaram entrar o meu amor para ao menos eu tentar ficar calma. De vez enquanto aparecia lá um médico, para fazer o toque, horrível, simplesmente horrível, muito bruto, rebentou-me as águas com um género de um ferro, e toca de meter a mão, ia trepando pela maca acima, já não me chegava as dores as contracções quanto mais o médico.
Continuei a pedir a epidural, já lágrimas corriam-me pela face, «Dê-me epidural, não aguento mais», e nada, desta vez já estava com vontade de enforcar o médico, do qual respondeu-me «Não seja maricas, que está quase, os anestesistas não podem vir que estão com as cesarianas».
Já estava quase a entrar em pânico, só aí a enfermeira com pena, ou sei lá o quê, resolveu chamar o Cláudio para o pé de mim, foi ele chegar e eu a entrar para a sala de partos com ele.

A parte da expulsão custou-me sim, foram ainda precisas várias tentativas, e só depois a enfermeira fez a famosa "episiotomia" porque a pucunina não cabia, levei bastantes pontos, por dentro e por fora.
Mas depois da minha pucunina ter saído, foi um alivio que nem sei explicar.
O pai portou-se muito bem, cortou o cordão umbilical, e teve com ela ao colo, enquanto a enfermeira me cozeu.
Gostava de me lembrar de tudo na altura da expulsão, mas tenho noção que me varreu da cabeça imensas coisas, por exemplo o meu amor diz, que eu dei beijinhos nos pezinhos da pucunina quando ainda estava com o cordão preso a mim, e disse «minha filha linda», mas eu não me recordo de nada.
É estranho, mas deve ter sido do cansaço ou sei lá...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Fez-se Lua cheia...nasceu a Luana

Nasceu a nossa princesinha Luana, dia 12 de Junho de 2008 pelas 20h10m no hospital Amadora-Sintra. Pesava 2.635kg (tão Pucunina) e foi de parto normal.
Inicialmente tive algum receio em assistir ao parto, pois não sabia como iria reagir...mas foi a coisa mais linda o sentimento mais puro e de amor verdadeiro. Tive o prazer de cortar o cordão umbilical e pela primeira vez poder cantar a musiquinha de embalar que tanto ela ouvia quando estava na barriga.
Sou um papá muito babado...ela é Linda.
A mamã foi muito corajosa, como já me habituou e está muito bem...agora tenho duas pucuninas a espera de miminhos!!! Tchau

Ass: Paizinho

terça-feira, 10 de junho de 2008

Será que está pertinho da hora?

Esta noite passei bastante mal, tive bastantes dores, contracções.
E depois a minha pucunina não parava um instante, estava já a começar a contar o tempo para saber se estava na hora, mas algo me dizia que ainda não tinha chegado a hora.
As minhas ancas, parecem que vão partir, dá-me a sensação que a minha pucunina já está encaixada, até é engraçado porque quando me coloco em pé, e ando um pouquinho, pareço uma pata choca com o peso que ela faz, e uma sensação que já não consigo andar direita, ando meia arqueada. :)
Hoje de manhã quando fui à casa-de-banho, vi que o rolhão tinha saído, acho eu que é o rolhão pela descrição que fizeram no curso de preparação para o parto, um género de uma gelatina meia transparente, que não é absorvida pela cuequita, mas como é tudo muito novo para mim, nunca tenho a certeza. :)
Na sexta-feira vou fazer a próxima ecografia e o CTG ao hospital, também deve ser feito o primeiro toque, pois é no dia em que eu faço as 39 semanas, estou com o pouco receio porque não é a minha médica que vai fazer ela está de férias esta semana, vamos ver como vai correr tudo. Depois conto como está a evolução, se estou pertinho para a minha pucunina nascer ou não.